
A vela do destino
Não contava








Prepare a massa. Coloque na taça da batedeira a farinha com uma pitada de sal, o açucar, e bata. Adicione as gema, a manteiga fria cortada em pequenos cubos, e bata, juntando pouco a pouco a água de flor de laranjeira. Forme uma bola de massa, envolva-a numa folha de película aderente e leve ao frigorífico durante 30 minutos. Estenda a massa com um rolo até ficar com a espessura de meio centimetro.
Espalhe por cima as amêndoas picadas e passe com o rolo da massa para as fazer aderir. Unte ligeiramente uma forma de tarte e forre-a com a massa. Ligue o forno a uma temperatura de 180º C.
Prepare o recheio. Derreta a manteiga e deixe-a arrefecer. Bata os ovos com o sumo de três laranjas, filtrando, o açucar e a manteiga derretida. Deite este creme sobre a massa e leve ao forno durante 45 a 50 minutos.
Enquanto a massa e o creme cozem, prepare a guarnição. Lave muito bem as restantes laranjas e corte-as com fatias finas. Ponha o melaço numa frigideira, adicione duas chávenas de água e deixe levantar fervura. Mergulhe as fatias de laranja nesta calda, deixe-as cozer até ficarem transparentes e depois escorra-as sobre uma grelha de cozinha.
Desenforme a tarte, deixe-a arrefecer, guarneça-a com as fatias de laranja e mantenha-a à temperatura ambiente até ao momento de servir.

A Mensagem de Fátima é um convite e uma escola de salvação. Foi iniciada pelo Anjo da Paz (1916) e completada por Nossa Senhora (1917). Foi vivida de maneira histórica pelos Três Pastorinhos – Lúcia, Francisco e Jacinta.
A mensagem de Fátima sublinha os seguintes pontos:
- a conversão permanente;
- a oração e nomeadamente o rosário,
- o sentido da responsabilidade colectiva e a prática da reparação.
A aceitação desta mensagem traz consigo a Consagração ao Coração Imaculado de Maria, que é símbolo de um compromisso de fidelidade e de apostolado. As orações ensinadas em Fátima pelo Anjo e Nossa Senhora ajudam a viver a Mensagem, que, como disse João Paulo II, em Fátima em 1982, é a conversão e a vivência na graça de Deus.

Preaqueça o forno. Forre o fundo da fôrma com papel-manteiga e unte as laterais. Espalhe o açúcar e a canela sobre o papel-manteiga e arrume por cima as bananas cortadas no sentido do comprimento. Reserve.
Na batedeira, bata as gemas (reserve as claras) com o adoçante e a margarina até obter um creme. Peneire a farinha de trigo e o fermento e adicione-os ao creme, alternando com o leite. Em outra tigela, bata as claras em neve e misture-as à massa, mexendo sem bater. Despeje a massa na fôrma preparada e asse por cerca de 30 minutos. A calda deve se formar naturalmente no fundo da fôrma.
Espere esfriar um pouco, passe a faca na lateral da fôrma para soltar o bolo e vire-o em um prato. Com cuidado, retire o papel-manteiga.

Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer:
- E daí? EU ADORO VOAR!

E a hora da mudança chegou!